TrokeMe
Faça o valor circular
Você mostra o que não usa, vê quem tem o que precisa, e combinam o encontro no bairro. Com reputação pública e confirmação dos dois lados — nenhum dinheiro no meio.
Rede em formação
Estamos montando o primeiro grupo de trocadores da região.
Identidade verificada
Documento conferido antes da primeira troca.
Só perto de você
Trocas presenciais em local público, no seu bairro.
Abrimos por região, aos poucos. Conte onde você mora e o que tem parado em casa.
O encontro
O TrokeMe organiza o começo — quem tem o quê, quem está perto, quem já cumpriu o que prometeu. O resto acontece na calçada, na mão, entre vocês.
Vocês combinam pelo aplicativo, se encontram no bairro, e confirmam os dois no celular. A troca só entra no histórico quando as duas pessoas confirmam.
Sem frete. Sem comissão. Sem dinheiro no meio.
Três momentos: encontrar quem tem o que você quer, ser avisado quando aparece perto, e fechar a troca pessoalmente com confirmação dos dois lados.
Aceita: Notebook
Referência R$ 1.200
Aceita: Poltrona ou mesa
Referência R$ 900
Alguém publicou o que você procura
“Bicicleta aro 29, revisada” a 700 m de você
Marcos aceitou sua proposta
há 2 h
Escaneiem no encontro
A troca só é registrada quando as duas pessoas confirmam, pessoalmente.
Telas do aplicativo em desenvolvimento. Itens e pessoas são exemplos ilustrativos.
Troca direta, presencial, entre pessoas verificadas. Sem frete, sem intermediário cobrando comissão.
Publique o que não usa
Foto real, o que você aceita em troca e um valor de referência. Leva menos de um minuto.
Encontre quem tem o que você quer
Busca por proximidade e sugestões automáticas quando alguém publica algo do seu interesse.
Combine pelo app
Proposta, conversa e ponto de encontro ficam registrados — é o que protege os dois lados.
Troquem e avaliem
Encontro em local público. Depois, cada um avalia — a reputação é o que sustenta a rede.
Quer ver por dentro? Dá para explorar o app agora — com anúncios de exemplo, enquanto a rede da sua região não abre.
Ver demonstraçãoMarketplace de troca só funciona com densidade: gente suficiente, num raio curto, com coisas diferentes. Por isso não abrimos para o Brasil inteiro — abrimos bairro por bairro, com massa crítica.
Se você mora em condomínio, prédio ou rua com vizinhança ativa, conte na inscrição. Comunidades fechadas entram primeiro — a confiança já existe e a entrega é no mesmo elevador.
Aquele armário cheio
Roupa que não serve, eletrônico na gaveta, móvel encostado. Tudo isso tem valor de troca.
Sem golpe de anúncio
Identidade verificada, foto obrigatória do item real, avaliação pública depois de cada troca.
Sem dinheiro na mesa
A troca é de item por item. Quando os valores não batem, o app ajuda a equilibrar.
Capital parado
Não é lixo. É a furadeira que trabalhou doze minutos na vida inteira. A bicicleta que virou cabide. O carrinho de bebê esperando um bebê que já anda.
Cada uma dessas coisas foi comprada com dinheiro que alguém ganhou trabalhando. Hoje não servem a ninguém — nem a quem tem, nem a quem precisa.
A economia não tem nome para isso. Não entra em índice, não aparece em PIB, não conta como riqueza. Mas está lá. Parado.
O valor não desaparece quando você para de usar uma coisa.
Ele só para de circular.
E o que parou pode voltar a andar. Foi para isso que existimos: não para vender o que você tem, mas para fazer o que está parado na sua casa encontrar quem precisa dele — e trazer de volta o que você precisa.
Sem dinheiro no meio. Sem ninguém no meio cobrando pedágio.
Isto não é um aplicativo de trocas. É uma economia que volta a andar.
Faça o valor circular.
Onde estamos acendendo
Não existe rede de troca com uma pessoa. Nem com dez. Ela começa a funcionar quando um bairro inteiro tem coisa parada suficiente para que sempre exista alguém querendo o que você tem.
Por isso não abrimos o Brasil. Abrimos uma região por vez, quando ela reúne 30 vizinhos.
Os primeiros 30 de cada região não entram numa rede pronta. Eles são o motivo de ela existir.
Antes de você perguntar
É. Não tem mensalidade, não tem taxa para anunciar e não cobramos comissão sobre a troca. Em algum momento a rede vai precisar se sustentar, e quando isso for definido você vai saber antes de qualquer mudança.
Não — e esse é justamente o problema que a TrokeMe existe para resolver. No escambo comum a troca só acontece quando duas pessoas querem, ao mesmo tempo, exatamente o que a outra tem. Isso é raro, e é por isso que escambo nunca cresce. Aqui a troca pode fechar desigual: a diferença vira crédito, e você usa esse crédito com qualquer outra pessoa da rede, depois.
T$ é o crédito mútuo da rede: a forma de registrar uma troca que não fechou igual. Se o que você entregou vale mais do que o que recebeu, a diferença fica como T$ a seu favor e você gasta com quem quiser dentro da rede. T$ não é dinheiro. Não se compra, não se saca, não se converte em reais e ninguém emite. Ele nasce quando uma troca sai desigual e desaparece quando alguém equilibra a conta.
Toda troca concluída entra no histórico público das duas pessoas — é assim que se constrói reputação aqui. E a confirmação é presencial: vocês se encontram, cada um confirma no celular, e só então a troca é registrada. Sendo direto: no começo a rede é pequena e a reputação de todo mundo está zerada. O que protege nesta fase é o encontro ser perto de casa, em lugar público e movimentado, com gente do seu próprio bairro.
Não. Nenhum dinheiro passa pela TrokeMe e não existe envio. A troca acontece pessoalmente, entre pessoas que moram perto — é por isso que a distância aparece em cada anúncio.
A TrokeMe está começando pelo litoral norte do Rio Grande do Sul: Capão da Canoa, Xangri-Lá, Atlântida, Arroio do Sal e a vizinhança. Uma rede de trocas só serve para alguma coisa quando tem gente suficiente perto de você, então faz mais sentido encher uma região de cada vez do que abrir o Brasil inteiro vazio. Se você é de outro lugar, cadastre-se do mesmo jeito: é assim que descobrimos onde abrir a próxima.
Ainda não. Estamos na fase de cadastro, reunindo as primeiras pessoas de cada bairro antes de abrir. Uma rede de trocas aberta e vazia não serve para nada: a pessoa entra, não encontra nada e não volta. Quem se cadastra agora é avisado assim que a sua região tiver gente suficiente para as primeiras trocas fazerem sentido.
Ficou alguma dúvida de fora? Cadastre-se e responda no formulário — as perguntas que aparecerem viram resposta aqui.
Quem entra no começo ajuda a definir como a rede funciona — e troca primeiro, quando as melhores coisas ainda estão disponíveis.
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